quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

LEVANTAI-VOS MULHERES


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“Levantai-vos, mulheres, que estais em repouso, e ouvi a minha voz; e vós filhas que que estais tão seguras, inclinai os ouvidos às minhas palavras.” Isaías 32.9
 
Deus nos criou e nos salvou com um propósito: servir. Na criação, a mulher já servia ao seu esposo com alegria, pois foi Deus quem fez e isto é muito bom. É um ato digno e louvável. Aleluia!

 Por quê então, estar de repouso? Você pode estar se perguntando: 

Quando estamos de repouso?
Estamos de repouso quando não priorizamos Jesus, o Reino de Deus, as pessoas necessitadas. Nos tornamos tão ocupadas com nossos afazeres de casa, compras, modas, jóias, enfim, com prazeres e afazeres deste mundo, que não temos tempo de cuidar da nossa vida espiritual.
Temos o caso de Marta e Maria citado em Lucas 10:38-40. Duas personagens distintas. As duas amavam Jesus e o serviam. Uma, preocupada com os afazeres da casa e a outra aos pés do Mestre, que escolheu a melhor parte. Ela estava ajuntando tesouros para os céus e Marta viu neste gesto algo inferior ao que ela fazia no momento. Geralmente uma pessoa como Marta, é ansiosa, muito preocupada e se atêm muito às coisas deste mundo e se tem vida espiritual, é muito pouco.
Numa situação desta, veja com quem você se identifica e se precisa de mudanças.
Estamos de repouso quando temos preocupação exagerada quanto à aparência exterior, esquecendo-se que em nós deve resplandecer a Luz, o caráter de Cristo.
Estamos de repouso quando não nos comovemos com os gemidos das almas perdidas.
 
Quando nos levantamos, então?

 
·Quando ouvimos a voz do Senhor e nos levantamos para serví-Lo.

·Quando clamamos pela salvação dos perdidos.

·Quando lembramos que temos um papel importante para desempenharmos na sociedade, como mulheres cristãs.

·Quando cooperamos com a obra missionária.

·Quando estamos atentas à voz dos oprimidos, doentes, das crianças abandonadas...
 
O que fazer então?
 
Mãos a obra. Você é uma guerreira, líder por excelência e grande é a seara e poucos são os ceifeiros. 

O Senhor conta com você!


Karina Freire
Líder das Mulheres de Princípio
Comunidade Cristã Bereshit

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER



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Violência doméstica: uma reação não cristã

A violência doméstica é um padrão de comportamento violento e coercivo exercido por um adulto contra outra pessoa com quem mantém íntimo relacionamento. Pode consistir em espancamentos repetidos e severos ou em formas de abuso mais sutis, incluindo ameaças e controle.

As estatísticas refletem que 95% das vítimas de violência doméstica são mulheres, embora os homens também possam ser vítimas. Independentemente de quem seja a vítima, entretanto, a violência dentro da família é um problema grave que precisa ser abordado por comunidades religiosas no mundo inteiro.

Quatro tipos básicos de violência doméstica

agressão física inclui comportamentos como puxar, empurrar, segurar, bater ou chutar. Pode ocorrer com freqüência ou não, mas em muitos casos tende a aumentar em gravidade e freqüência com o passar do tempo.

violência sexual ocorre toda vez que um parceiro impõe um ato sexual indesejado ou recusado pelo outro parceiro.

violência psicológica inclui afastamento de familiares e amigos, dependência financeira forçada, abuso verbal e emocional, ameaças, intimidação e controle sobre lugares aonde o parceiro pode ir e o que pode fazer.

Os 
ataques contra a propriedade e animais de estimação podem incluir dano ou destruição de objetos domésticos de valor sentimental pertencentes à vítima, atingindo paredes, maltratando ou matando bichos de estimação, e também constituem violência doméstica.

Perfil de mulheres maltratadas e seus agressores

As mulheres espancadas são tão diferentes umas das outras quanto as que não sofrem violência. Vêm de todas as esferas da vida, todas as raças, níveis de escolaridade e religiões. Qualquer pessoa que conviva com um dos padrões de abuso mencionados acima é vítima de violência doméstica.

Assim como ocorre com as mulheres espancadas, os homens que agridem tampouco se encaixam em alguma categoria específica. Eles também vêm de todos os tipos de classe social, raça, religião e ocupação. Podem estar desempregados ou ser profissionais muito bem remunerados. O agressor pode até sustentar muito bem a sua casa, ser um sóbrio e admirado membro da comunidade, e respeitado membro de igreja.

Porque as mulheres permanecem em um relacionamento abusivo

A vítima freqüentemente continua num relacionamento abusivo porque teme que seu agressor se torne mais violento se ela o deixar, assim como ele pode tê-la ameaçado. Muitas temem pela própria vida, e com razão. Podem achar que ele tentará tirar dela os filhos. Podem ter medo de não conseguir, sozinhas, sustentar-se a si e aos filhos. Muitas vezes se sentem constrangidas e envergonhadas de admitir que sofrem violência. Podem permanecer porque necessitam de amor e afeição, e porque temem que ninguém mais as queira.

Talvez, também, tenham procurado ajuda mas foram aconselhadas por bem-intencionados líderes da igreja e amigos a tentar mais um pouco ser uma boa esposa, a orar mais e a ter fé em que as coisas vão melhorar. Ou quem sabe alguém lhes disse que é seu dever cristão continuar com o casamento, por amor aos filhos e sua responsabilidade para com o marido. Essas abordagens as levam tão-somente a concluir que não há esperança de escape para o seu problema.

Muitas precisam de ajuda para entender questões profundas como a compreensão cristã do sofrimento, a submissão mútua no casamento, a diferença entre disciplina e punição, arrependimento que inclua uma mudança no comportamento e a restituição quando for o caso, o perdão como processo e o discernimento que capacitará as pessoas envolvidas a saber se um relacionamento deve ser restaurado ou sua perda lamentada.

As vítimas da violência doméstica precisam entender que o abuso não é culpa sua. Precisam ter a certeza de que não estão sozinhas e que existe auxílio. Necessitam de assistência prática para identificar e acessar os recursos disponíveis. Podem necessitar de proteção e auxílio para processar as questões espirituais que surgem na sua mente.

Os agressores também precisam de ajuda para assumir a responsabilidade pela dor que causam na vida de membros da família que deveriam estar contando com seu amor e apoio. Precisam ser considerados responsáveis por seus atos e incentivados a buscar a necessária intervenção profissional para que se produza uma mudança no comportamento, se é que há esperança de serem restaurados os relacionamentos.

Compreendendo o ciclo do abuso

Em alguns relacionamentos abusivos, repete-se um ciclo que muitas vezes prolonga a tolerância da mulher para com a situação, porque ela acredita que a situação com certeza vai melhorar. O ciclo tem três fases:

Fase I. Durante esta fase de aumento da tensão, a esposa se esforça muito para evitar os comportamentos que ela sabe que vão desgostar o marido. Aprende a paparicar, agradar e condescender. Tenta ler os sinais de uma raiva que cresce, escolhendo maneiras de conduzir-se através de seus contatos diários. O agressor, em tensão crescente, a observa em busca de motivos para culpá-la por sua raiva.

Fase II. Este estágio agudo é dominado pelo incidente do espancamento. Entendendo que sua raiva está fora de controle, ele encontra motivos para culpá-la e ensinar-lhe uma lição. O mínimo incidente provoca sua ação. O reino de terror pode durar horas ou dias. O temor de que qualquer esforço de sua parte para procurar ajuda irá somente aumentar a violência, muitas vezes a impede de confidenciar o fato a alguém.

Fase III. Geralmente se segue um período de bondade, contrição e comportamento amoroso por parte do marido. Freqüentemente ele suplica perdão e faz lacrimosas promessas. Ela deseja muito acreditar que ele mudará. Muitas vezes ela sente que é sua responsabilidade manter a família unida e conceder a ele outra oportunidade de melhorar. Mas quando entende que a bondade dele ou suas promessas constituem uma mudança de atitude e comportamento, ela adota um otimismo fora da realidade.

As mulheres, iludidas pelo ciclo do abuso, precisam entender que a violência doméstica é um comportamento que se aprende. Os agressores viram o abuso exemplificado, com freqüência nas famílias onde foram criados. Também experimentaram pessoalmente o poder e o controle que um comportamento abusivo lhes oferece. Não são meramente vítimas de circunstâncias estressantes, mas decidem exercer poder e controle sobre outros através de um comportamento abusivo, e escolhem seletivamente suas vítimas. Se não houver uma mudança de atitude e comportamento por parte do agressor, o abuso previsivelmente aumentará e os relacionamentos não poderão ser restaurados com segurança.

A intervenção profissional pode pôr um fim a algum incidente futuro de violência doméstica se o agressor estiver disposto a aceitar a responsabilidade por seus atos e procurar tratamento. Mas a violência não desaparece por si. É essencial alguma intervenção. Os objetivos dessa intervenção são proteger a vítima, fazer cessar o abuso, considerar o agressor responsável e auxiliar os envolvidos a ter acesso aos serviços profissionais necessários.

Uma reação apropriada por parte da igreja 

A Bíblia indica claramente que a marca distintiva dos seguidores de Cristo é a qualidade de seus relacionamentos humanos. As relações cristãs são caracterizadas pelo amor e a reciprocidade, em lugar do controle tirânico e do mau uso do poder e da autoridade. A metáfora do Novo Testamento para a igreja como a “família da fé” sugere que a igreja deve funcionar como um clã, oferecendo aceitação, compreensão, conforto e auxílio prático para todos, especialmente para aqueles que estão feridos ou sofrem desvantagens.

A Igreja pode fazer muito para cessar a espiral descendente do abuso e da violência dentro das famílias, ajudar as vítimas e os agressores a encontrar auxílio e impedir a continuação da violência nas famílias das gerações futuras. O evangelho conclama a comunidade da fé a:

● Afirmar a dignidade e o valor de cada ser humano e denunciar todas as formas de abuso sexual e emocional e violência doméstica.
● Reconhecer a extensão global do problema e seus efeitos graves e de longo alcance sobre a vida dos envolvidos.
● Considerar os agressores como responsáveis por seus atos e ressaltar as injustiças do abuso, falando em defesa das vítimas.
● Romper o silêncio e criar uma atmosfera onde os segredos possam ser revelados e encontrado auxílio.
● Impedir o ostracismo dentro da família e da comunidade da igreja.
● Procurar auxílio profissional e colaborar com serviços especializados para ouvir e atender os que sofrem abuso e violência doméstica, amando-os e confirmando-os como pessoas de valor.
● Proporcionar um ministério de reconciliação dentro do qual a mudança de atitude e comportamento abra a possibilidade de perdão e um novo começo.
● Assistir famílias de relacionamentos deteriorados, sem esperança de restauração.
● Abordar as questões espirituais que afligem as pessoas maltratadas.
● Buscar compreensão das origens do abuso e da violência doméstica e desenvolver melhores meios de evitar o ciclo repetitivo.
● Fortalecer os membros dessas famílias mediante instrução e oportunidades de enriquecimento que os capacitem a relacionar-se uns com os outros de maneira mais saudável.

Se você é mulher e está vivendo uma situação de violência...

Disque 180 - Central de Atendimento à Mulher

Você pode ligar de qualquer lugar do Brasil. A ligação é gratuita.


Karina Freire
Líder das Mulheres de Princípio
Comunidade Cristã Bereshit

DICAS PARA CABELO, CORPO E ROSTO


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A BELEZA DA MULHER CRISTÃ

A mulher cristã deve ter cuidado redobrado com seu corpo, por ser ele o templo do Espírito Santo de Deus. Por isso, ela deve ser limpa, cuidar da sua aparência, sua postura e procurar manter-se em forma.

Ninguém gosta de outra pessoa que tenha os cabelos despenteados, tenha mau cheiro, hálito desagradável, que ande com roupas rasgadas ou tenha gordura excessiva.

Deus te emprestou esse corpo, então, tome conta dele e comece a se valorizar e se amar, para que o amor de Deus reflita através da sua vida, pelo seu testemunho pessoal.

"Enganosa é a graça, e vã é a formosura; mas a mulher
que teme ao Senhor, essa será louvada."Provérbios 30:31

Máscaras para cabelo 
Para hidratar fios oleosos, secos e normais 

CABELOS NORMAIS

Você vai precisar de:

1 mamão papaia
1 copo d'água


Modo de preparar: Bata no liquidificador o mamão e a água e aplique no cabelo depois de lavado. Deixe a mistura agir por 20 minutos com touca térmica e depois enxágüe o cabelo.


CABELOS OLEOSOS

Você vai precisar de:

 2 claras de ovo

Modo de preparar: Bata as claras em neve, aplique no cabelo úmido, deixe agir por 20 minutos e depois enxágüe bem.

CABELOS SECOS

Você vai precisar de: 


1 abacate

1 clara de ovo

Modo de preparar: Bata o abacate e a clara no liquidificador com 1 copo de água até a mistura ficar cremosa.
Aplique nos fios limpos e deixe agir por 20 minutos com touca térmica. Enxágüe bem. Lave novamente os cabelos com shampoo e condicionador.
 





Máscara para brilho
Indicada para todos os tipos de cabelo
 

Você vai precisar de:

1/2 colher (chá)de óleo de abacate (encontrado em lojas de produtos naturais)

1/2 abacate 

2 colheres (sopa) de iogurte natural


Modo de preparar: Bata os ingredientes no liquidificador, passe nos fios e deixe agir por 30 minutos. Depois, enxágüe com água fria.

 



Máscara fortalecedora
Anti-séptica, cicatrizante e protetora


Você vai precisar de:


Folhas de babosa


Modo de preparar: Esfregue folhas de babosa cozidas no couro cabeludo e deixe agir durante 15 minutos. Em seguida, enxágue bem. Se preferir, corte as folhas pela base para obter o sumo e espalhe-o sobre os fios. O sumo dura dois dias na geladeira.

Máscaras para o Corpo

 
Cera Depilatória

Você vai precisar de:


1 kg de açúcar
suco de 1 limão
1 xícara de água 


Modo de preparar: Coloque os ingredientes em uma panela e cozinhe até ficar em ponto de bala puxa-puxa, o grande segredo é acertar o ponto. Deixe esfriar até a mistura ficar morna. Antes de aplicá-la, verifique com o dedo se ela não está quente demais. Use uma espátula para aplicar sobre os pêlos e espere esfriar até que dê para puxar e arrancar os pêlos.
Para manter a temperatura ideal, esquente em banho-maria.
 



Máscara esfoliante para as mãos
Para amaciar as mãos 


Você vai precisar de:

2 colheres (chá) de mel
1 colher (chá) de açúcar


Modo de preparar: Misture o açúcar e o mel e faça uma massagem durante cinco minutos no dorso e na palma das mãos e ao longo dos dedos. Depois, enxágüe cuidadosamente. Repita o procedimento uma vez por semana.

Máscaras para o Rosto
 
 
Pele normal - hidrante

Você vai precisar de: 

1 banana madura 
2 colheres (sopa) de mel
1 colher (sopa) de iogurte natural


Modo de preparar: Corte a banana em rodelas e amasse com um garfo. Acrescente o mel, o iogurte e misture.
Se a máscara ficar muito rala, adicione mais uma banana. Aplique no rosto, aguarde 30 minutos e enxágüe.
Atenção: O iogurte reforça a hidratação, mas cuidado: ele não deve ser usado sobre espinhas, porque é rico em gorduras.


Pele mista – hidratante


Você vai precisar de:

1/4 de abacate
2 morangos
1 colher (sopa) de suco de laranja


Modo de preparar: Bata o abacate, o morango e o suco de laranja no liquidificador. Espalhe a mistura suavemente sobre o rosto e deixe por 30 minutos. Retire com água morna.
Repita a aplicação a cada 15 dias.
 





Pele ressecada – hidratante


Você vai precisar de:

1/2 abacate
1 colher (chá) de mel


Modo de preparar: Amasse o abacate com o mel, aplique a mistura sobre a pele limpa e deixe por 20 minutos.
Retire com água morna. Faça isso pelo menos uma vez por semana.
 



Máscara anti-brilho, antiinflamatória, cicatrizante e hidratante

Pele oleosa
 

Você vai precisar de:

leite
3 colheres (sopa) de talco de bebê
1 colher (sopa) de mel de laranjeiras


Modo de preparar: Coloque o talco e o mel em uma tigela. Depois, adicione o leite aos pouquinhos, mexendo bem até atingir a consistência de uma pasta de dente. Aplique em todo o rosto ou nas áreas mais oleosas. Deixe por 1 hora. Remova com uma esponja, enxaguando com água. 

 



Máscara para pele com espinhas
Ajuda a tratar a pele
 

Você vai precisar de:

1 maço de salsinha
2 colheres (sopa) de extrato de alecrim
1 gaze 


Modo de preparar: Amasse bem a salsinha e acrescente o extrato. Aplique essa mistura em cima da gaze. Em seguida, limpe o rosto e cubra-o com a gaze, deixando agir por 30 minutos. Remova os resíduos da pele com água e sabonete indicado. A máscara pode ser aplicada uma vez por semana.
 



Limpeza de pele caseira
Para remover as impurezas da pele
 

Você vai precisar de:

1 pacote de gaze quadrada 
2 colheres (sopa) de flocos de aveia
Mel puro


Modo de preparar: Sobreponha três gazes e coloque a aveia no cento. Junte as pontas da gaze, formando uma trouxinha bem firme. Em seguida, molhe a trouxinha em água morna e passe-a suavemente no rosto, pescoço e colo durante 5 minutos. Isso remove as impurezas.

Depois, lave a pele com água e espalhe um pouco de mel, deixando agir por 15 minutos.

O mel é um poderoso hidratante. Por último, lave a pele com água.
 



Compressa antiolheiras
 

Faça compressa com chá de camomila ou rodelas de pepino, tudo bem gelado.

Eles comprimem as veinhas da região e diminuem a mancha.
 



Sabonete antioleosidade
Pode ser usado de manhã e à noite
 

Você vai precisar de:

Chá de alecrim ou de bardana
1 tablete de sabonete de glicerina em cubos


Modo de preparar: Dissolva o sabonete no chá quente, deixe esfriar e use. O sabonete líquido pode ser mantido em geladeira por uma semana, no máximo.

 



Máscara de mel
bactericida e hidratante.
 

Você vai precisar de:

1 colher (sopa) de mel
1 clara de ovo
3 colheres (sopa) de aveia


Modo de preparar: Misture todos os ingredientes e espalhe uniformemente sobre o rosto. Aguarde 1 hora. Remova com uma esponja, enxaguando com água


ORAÇÃO DA MULHER DE PRINCIPIO


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Senhor! Ajuda-me a ser como:

Raquel: a arte de fazer-me amar;
Joquebede: o espírito de sacrifício e renúncia;
Débora: a solidariedade e o estímulo;
Rute: a dedicação e a bondade;
Ana: a fé a fibra para cumprir o voto;
Mical: astucia para usá-la no bem, não para o mal;
Abigail: mensageira da paz;
Ester: desinteressada e altruísta;
Maria: pura e humilde;
Isabel: regozijar com o bem alheio;
Marta: disposição para o trabalho material;
Maria: o anseio espiritual;
Dorcas: útil ao necessitado;
Lídia: abra a porta ao que chegar cansado;
A mulher samaritana: corre a falar da salvação.

Senhor, se houver, tira de mim:

A vontade de olhar para trás: mulher de Ló;
A preferência por um filho: 
Rebeca;
O desejo adúltero: 
mulher de Potifar;
A traição: 
Dalila;
A trama macabra: 
Herodias;

De Ti, Senhor, suplico:

paz;
bênção e
perdão.

Amém!


Karina Freire
Líder das Mulheres de Princípio
Comunidade Cristã Bereshit